<font color=0093dd>Uma lista de convicções</font>
Na apresentação pública da lista da CDU pelo círculo eleitoral do Porto, na passada segunda-feira, dia 10, o cabeça de lista Honório Novo lembrou que nas últimas eleições a coligação ficou a 2 mil votos de eleger o segundo deputado. O que falta para que Jorge Machado – o segundo da lista – se junte ao Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República, «aumentando a capacidade de resposta, de trabalho e de influência do distrito».
Para Honório Novo, esta é uma lista de convicções, constituída por pessoas «muito distintas nas suas origens e percursos mas unidas na vontade de transformar a sociedade, de combater as desigualdades, as injustiças e as discriminações».
Para o primeiro candidato, o tempo é também de balanços. E lembrou os «dez mandatos abertos que fizemos em dois anos e meio» em diversos concelhos do distrito. Tal como a defesa do Centro Materno Infantil ou da Escola Carolina Michäelis, os problemas dos trabalhadores das pedreiras, a defesa dos postos de trabalho em dezenas de empresas, como a EMEF, a Petrogal, a Schuh- Union, a Finex, a Yasaki, e muitas outras.
O candidato destacou também que mais de duzentas das cerca de trezentas e cinquenta questões distritais dirigidas ao Governo partiram dos grupo parlamentares dos partidos que compõem a CDU. E lembrou que o PS «não fez qualquer proposta para melhorar o Orçamento de Estado para 2005». «Era bom que os restantes partidos e deputados prestassem contas públicas aos eleitores», desafiou Honório Novo.
Honório Novo traçou em seguida um nada animador retrato do distrito do Porto: 120 mil desempregados (mais de 75 mil sem a escolaridade mínima), empresas a encerrar, o «analfabetismo, o abandono e o insucesso escolares são dos mais elevados do País», alastra o trabalho clandestino. E não é tudo. Apenas 37 por cento dos habitantes do distrito estão cobertos pela rede de saneamento básico – bem abaixo da média nacional, de 57 por cento –, mantêm-se e agravam-se os problemas da poluição dos rios, «enquanto se assiste a um perigoso consenso do bloco central de interesses em torno da privatização da água e da apropriação privada da gestão deste bem público essencial à vida».
Para o candidato comunista, o distrito só pode mudar se for dado «um golpe profundo no bloco central de interesses existente». E esse golpe é o reforço da CDU e a eleição do segundo deputado pelo distrito.
Para Honório Novo, esta é uma lista de convicções, constituída por pessoas «muito distintas nas suas origens e percursos mas unidas na vontade de transformar a sociedade, de combater as desigualdades, as injustiças e as discriminações».
Para o primeiro candidato, o tempo é também de balanços. E lembrou os «dez mandatos abertos que fizemos em dois anos e meio» em diversos concelhos do distrito. Tal como a defesa do Centro Materno Infantil ou da Escola Carolina Michäelis, os problemas dos trabalhadores das pedreiras, a defesa dos postos de trabalho em dezenas de empresas, como a EMEF, a Petrogal, a Schuh- Union, a Finex, a Yasaki, e muitas outras.
O candidato destacou também que mais de duzentas das cerca de trezentas e cinquenta questões distritais dirigidas ao Governo partiram dos grupo parlamentares dos partidos que compõem a CDU. E lembrou que o PS «não fez qualquer proposta para melhorar o Orçamento de Estado para 2005». «Era bom que os restantes partidos e deputados prestassem contas públicas aos eleitores», desafiou Honório Novo.
Honório Novo traçou em seguida um nada animador retrato do distrito do Porto: 120 mil desempregados (mais de 75 mil sem a escolaridade mínima), empresas a encerrar, o «analfabetismo, o abandono e o insucesso escolares são dos mais elevados do País», alastra o trabalho clandestino. E não é tudo. Apenas 37 por cento dos habitantes do distrito estão cobertos pela rede de saneamento básico – bem abaixo da média nacional, de 57 por cento –, mantêm-se e agravam-se os problemas da poluição dos rios, «enquanto se assiste a um perigoso consenso do bloco central de interesses em torno da privatização da água e da apropriação privada da gestão deste bem público essencial à vida».
Para o candidato comunista, o distrito só pode mudar se for dado «um golpe profundo no bloco central de interesses existente». E esse golpe é o reforço da CDU e a eleição do segundo deputado pelo distrito.




