Maré negra no Golfo do México
<i>BP</i> oculta factos

Desde que em 20 de Abril uma das suas plataforma de exploração petrolífera explodiu no Golfo do México que a BP tem vindo a ocultar a real dimensão e os contornos do sucedido.

Esta semana, um funcionário da companhia veio confirmar que a empresa foi alertada atempadamente para a existência de falhas no equipamento mas ignorou o aviso. Simultaneamente, um documento interno da British Petroleum, divulgado por um eleito democrata na Câmara de Representantes dos EUA, calcula em quase 100 mil o total de barris de petróleo que diariamente contaminam as águas e a costa norte-americana.

Inicialmente, a BP falou em mil barris. Depois aumentou para 5 mil. Mas as estimativas da multinacional pecam sempre por defeito, referiu Ed Markey, presidente da subcomissão de energia e meio ambiente.

Entretanto, e em face da catástrofe que ameaça todos os estados norte-americanos do Golfo do México e parece, não se deter, o governo de Cuba decidiu antecipar a chegada da maré negra às costas da ilha tomando as medidas possíveis de contenção da mancha negra.



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