Ponto da situação sobre o Hospital de Évora

O PCP quer saber em que estado se encontram as negociações dos terrenos necessários aos acessos ao futuro hospital de Évora, bem como pretende o executivo do PS garantir o financiamento para construir as acessibilidades e as redes externas de água, saneamento, electricidade e comunicações. Estas são duas questões pendentes no processo de construção daquela unidade de saúde, cujo concurso, pesem os atrasos verificados, se encontra em fase final.

Em nota de imprensa, o Secretariado da Organização Regional de Évora do PCP recorda que «a luta das populações foi determinante para o lançamento do concurso para a construção do novo hospital» , como o foi a iniciativa e persistência do PCP e dos seus aliados na CDU.

Os comunistas eborenses também relevam o empenho da Câmara Municipal, não apenas pelo «papel activo na exigência da obra», mas pela colaboração prestada para a sua concretização, designadamente disponibilizando «meios e recursos técnicos para a elaboração dos projectos de acessibilidades, de água e de saneamento».

Faltam meios nas escolas

Antes, também em comunicado, a Comissão Concelhia de Évora do PCP acusou o Governo de não responder à evidente falta de funcionários nas escolas do concelho, calculada em 30 efectivos. «Exemplo disso são as recentes declarações da Secretária de Estado da Educação, Susana Amador, que se recusa a reconhecer a dimensão do problema», lembra o texto, que sublinha, por outro lado, que a Câmara Municipal de Évora cumpre integralmente as suas competências em matéria de Educação», as quais, esclarece-se, «se resumem à gestão do ensino pré-escolar e das cantinas e refeitórios do 1.º ciclo, sendo todas as falhas e deficiências verificadas da exclusiva responsabilidade do Ministério da Educação».

«Sendo grave a falta de funcionários, mais grave se torna quando esta leva ao encerramento do Centro de Aprendizagem da Escola, negando o direito à educação dos alunos com Necessidades Educativas Especiais», denuncia ainda a CC de Évora, para quem, «enquanto o Governo não alterar da fórmula de cálculo que determina o número máximo de funcionários por escola (Portaria n.º 272-A/2017), dificilmente estes problemas serão ultrapassados».



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