Assegurar a todos o direito à habitação Num momento em que são cada vez mais os que não conseguem fazer face ao vertiginoso aumento dos créditos bancários e das rendas e ter uma casa para viver, mais importante se torna combater a especulação e a «lógica de mercado» e garantir a todos o direito constitucional à habitação. Assegurar a todos o direito à habitação Num momento em que são cada vez mais os que não conseguem fazer face ao vertiginoso aumento dos créditos bancários e das rendas e ter uma casa para viver, mais importante se torna combater a especulação e a «lógica de mercado» e garantir a todos o direito constitucional à habitação.
Um apelo que cresce: «Parar a guerra! Dar uma oportunidade à paz!» «Parar a guerra» e «dar uma oportunidade à paz» foram as principais exigências que emanaram das acções da semana passada – a primeira foi em Viseu, no sábado, 11, e a última no Porto, uma semana depois. Um apelo que cresce: «Parar a guerra! Dar uma oportunidade à paz!» «Parar a guerra» e «dar uma oportunidade à paz» foram as principais exigências que emanaram das acções da semana passada – a primeira foi em Viseu, no sábado, 11, e a última no Porto, uma semana depois.
1952 – EUA detonam uma bomba H O dia de Todos os Santos, 1 de Novembro, no ano de 1952, ficou para a História por um facto nada católico: a primeira detonação de uma bomba H, no atol de Eniwetok (Ilhas Marshall). O poder de explosão da experiência foi de 10 milhões de toneladas de TNT, qualquer coisa como 700 vezes o poder da bomba atómica que os EUA lançaram sobre Hiroshima em 6 de Agosto de 1945, e que provocou a destruição material quase completa da cidade e a morte imediata de 80 mil... 1952 – EUA detonam uma bomba H O dia de Todos os Santos, 1 de Novembro, no ano de 1952, ficou para a História por um facto nada católico: a primeira detonação de uma bomba H, no atol de Eniwetok (Ilhas Marshall). O poder de explosão da experiência foi de 10 milhões de toneladas de TNT, qualquer coisa como 700 vezes o poder da bomba atómica que os EUA lançaram...
Canta, camarada, canta Num recente tempo português – parece mentira – a cultura popular era matéria subversiva. Desafiando a realidade, menosprezando a capacidade da cultura enquanto lugar de afirmação e resistência, o fascismo português encarregou a FNAT da tarefa de invenção de uma cultura popular oficial, inspirada na OND do fascismo italiano, fornecedora dos códigos por que deveria orientar-se o gosto popular e respectivas manifestações artísticas.
Nascidos em meados do século XX, de Sérgio de Sousa Estórias, diz-nos o autor, que dariam romances não fora o tempo escasso e as tarefas muitas, para lançar a pena a fôlegos prosódicos de mais vasto empenho. Não se pense, contudo, que estas crónicas/contos sobre as franjas cultas da pequena e média burguesia, que o escritor Sérgio de Sousa, num território discursivo em que se vem destacando, uma vez mais encena neste nascidos em meados do século XX.