Venezuela bolivariana ultrapassará todos os obstáculos

«O que quer que façam, onde quer que façam, não conseguirão derrotar a Venezuela. Somos invencíveis. A paz continuará a ser a nossa vitória» afirmou o Presidente venezuelano, Nicolás maduro, perante as inaceitáveis chantagens e ameaças de agressão militar por parte dos EUA.

“O povo é a maior garantia de segurança”

«Nenhuma guerra psicológica deterá a Venezuela. Derrotámo-los na guerra psicológica e na guerra económica. A Venezuela está a avançar», declarou o Presidente venezuelano.

Nicolás Maduro agradeceu na segunda-feira o apoio expresso por vários países – entre os quais a China, Cuba e a Rússia –, perante a política agressiva dos EUA contra a República Bolivariana da Venezuela, assegurando que o país vai ultrapassar todos os obstáculos.

As declarações do Presidente venezuelano foram proferidas perante a instalação de amplas forças militares norte-americanas no Mar das Caraíbas e após um recente alerta dos EUA, relativamente aos voos comerciais quando sobrevoam a Venezuela e o sul das Caraíbas.

Nicolás Maduro valorizou as recentes conquistas nos planos económico e da soberania alimentar, com vista a alcançar o objectivo de «produzir tudo na Venezuela», salientando que é necessário que todas as forças produtivas da sociedade sejam desenvolvidas e ampliadas.

O Presidente venezuelano sublinhou que a segurança aumentou no país e que continuará a ser consolidada, acrescentando que «o povo é a maior garantia de segurança». Salientou igualmente que é ampla a rejeição da ameaça de agressão militar dos EUA, do apelo da extrema-direita à invasão e de Juan Guaidó, María Machado e Leopoldo López, líderes da extrema-direita golpista.

A hipocrisia do Governo português

Perante as ameaças de agressão militar contra a República Bolivariana da Venezuela por parte dos EUA, Paulo Rangel, Ministro dos Negócios Estrangeiros, considera que «não há nenhuma notícia que possa, em qualquer caso, ser perturbadora para a comunidade portuguesa, portanto, a situação está perfeitamente calma e normalizada».

O Governo português, tão célere a defender o direito internacional numa ou outra situação, não tem uma palavra de denúncia e condenação das acções, provocações e ameaças de agressão dos EUA contra o povo venezuelano. Aliás, branqueia a política intervencionista dos EUA a coberto do eufemismo de um dito «processo mais conturbado de tensão entre os Estados Unidos e a Venezuela».

EUA ambicionam o domínio

e o saque da Venezuela

As autoridades venezuelanas acusam os EUA de inventarem o pretexto do “narcotráfico” para tentar impor uma mudança de regime na Venezuela e apoderarem-se dos seus imensos recursos naturais, objectivo que o imperialismo norte-americano prossegue há mais de duas décadas.

Nicolás Maduro, Presidente da República Bolivariana da Venezuela, tem repetido que o seu país está pronto para dialogar com os EUA e defender a paz, mas também preparado para qualquer contingência.

Desde Setembro, os EUA instalaram amplos meios militares nas Caraíbas e bombardearam no Mar das Caraíbas e no Pacífico mais de uma vintena de embarcações alegadamente transportando droga, mas sem que tenha sido facultada uma qualquer prova, matando de forma extrajudicial mais de 70 pessoas.

 



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