Técnicos das escolas exigem fim à precariedade

Os técnicos superiores e especializados das escolas estiveram em greve no dia 8, com uma concentração que reuniu dezenas de trabalhadores junto ao Ministério da Educação. A paralisação foi convocada pela Federação da Função Pública (FNSTFPS) e o Sindicato Nacional dos Psicólogos. Num comunicado conjunto de dia 8, as estruturas sindicais da CGTP-IN dão conta do grupo muito diverso de profissionais (psicólogos, formadores e intérpretes de língua gestual, terapeutas da fala e terapeutas ocupacionais, animadores socioculturais, mediadores, fisioterapeutas, psicomotricistas, técnicos de serviço social) que continuam a trabalhar de forma precária nas escolas públicas do País.

Entre as reivindicações destes profissionais está a exigência da integração dos técnicos especializados nos mapas de pessoal, garantindo vínculos estáveis para todos; a abertura de procedimento concursal de âmbito nacional; a reconstrução da carreira dos técnicos superiores, corrigindo as injustiças criadas pelo PREVPAP; a consolidação da mobilidade geográfica dos técnicos superiores; e a abertura de processo negocial para a valorização da carreira dos técnicos superiores, assim como a garantia da manutenção da sua posição salarial.

PCP solidário

A deputada comunista Paula Santos, que esteve junto destes trabalhadores no Ministério da Educação, considerou não ser aceitável que os técnicos superiores e especializados continuem com vínculos precários e não sejam integrados nas respectivas carreiras, passo essencial para valorizar a escola pública.

 



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