CNOD exige melhores pensões e reformas
«Reforçar a unidade para agir e vencer»

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Com o lema «Em defesa das pessoas com deficiente e suas organizações - Reforçar a unidade para agir e vencer», realizou-se, sábado, em Coimbra, o 20.º Encontro Nacional de Deficientes. No Auditório do IPJ, onde estiveram cerca de 200 pessoas, a CNOD (Confederação Nacional dos Organismos de Deficientes), promotora da iniciativa, aprovou uma moção onde exige «a actualização das pensões e reformas mais baixas, de velhice e de invalidez, e a revalorização do conjunto das reformas» no âmbito do sistema público de Segurança Social. No documento, dirigido ao Governo, reclamou-se, de igual forma, «o reforço dos apoios financeiros por via do Orçamento do Estado para 2012 para a CNOD e a organizações de pessoas com deficiência», no sentido de «repor os cortes registados nos últimos anos».

Os participantes realçaram, também, a importância de «defender os direitos dos militares deficientes», de «dar resposta às necessidades específicas das diversas deficiências orgânicas» e que «sejam repostos os docentes do ensino especial na escola pública», no sentido de garantir «o apoio às necessidades especiais das crianças e jovens».

Uma «adequada protecção das pessoas com deficiência no desemprego e na revogação das medidas que põem em causa o papel do emprego protegido no actual quadro económico e social» foi outras das exigências deste Encontro.

Os participantes rejeitaram, por fim, a extinção do Conselho Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiência e reclamaram a participação das associações «na monitorização da Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência».



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