Corte ilegal na <i>Luís Simões</i>
Se alguém assinou algo que leve a uma redução da retribuição, isso não tem qualquer suporte legal e deve ser repudiado pelos trabalhadores», realçou a Fectrans/CGTP-IN, comentando a intenção da transportadora Luís Simões de diminuir a remuneração dos motoristas, embora num valor inferior aos cerca de 400 euros que começou por mencionar. A federação salienta que, sendo ilegal, qualquer corte «deve ser repudiado pelos trabalhadores» e «nem sequer obriga os que assinaram», pelo que «há todas as razões para continuar a luta». Num comunicado de dia 7, a Fectrans recorda que o recuo da empresa só ocorreu depois de, em plenários de trabalhadores (só na Rechousa estiveram mais de 80), ter sido aprovado o recurso à greve, seguido da denúncia pública, promovida pela federação. Recusando «todos os expedientes» de que a administração se serviu para tentar desmobilizar a luta, a Fectrans salienta que não dá o assunto por encerrado.

 



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