Mais recessão

O PCP reagiu, através de um comunicado do seu Gabinete de Imprensa emitido no dia 15, à divulgação pelo Instituto Nacional de Estatística, no mesmo dia, da primeira estimativa de evolução do PIB no primeiro trimestre do ano. Os dados apontam não só para uma queda do PIB em termos homólogos há nove trimestres seguidos (algo nunca antes visto) como para o facto de esta queda ter atingido o seu valor mais alto em termos reais – 3,9 por cento – desde o primeiro trimestre de 1999.

O PCP acrescenta ainda que, segundo o INE, para esta evolução terá contribuído fundamentalmente a queda da procura interna e em especial a queda acentuada do investimento. Tal redução só não foi maior porque «melhorou a procura externa líquida, fruto de uma redução mais acentuada das importações». Para o PCP, esta evolução espelha o agravamento da situação económica do País, pois a melhoria da procura externa líquida não resulta de uma subida das exportações, mas antes de uma redução acentuada das importações associada à forte diminuição da procura interna.



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