Inditex pagou

Nos salários de Setembro, a Inditex «pagou o que era devido» às trabalhadoras da loja de Aveiro da Lefties e também da Zara, e também actualizou os respectivos salários segundo a tabela salarial do contrato colectivo, informou dia 16 o CESP/CGTP-IN.
Num comunicado, o sindicato recordou que, a 9 de Junho, no âmbito da jornada nacional de luta promovida pela CGTP-IN, as trabalhadoras da Lefties de Aveiro fizeram greve, para exigir o pagamento de diuturnidades e a actualização dos salários para os valores inscritos no contrato negociado pelo CESP.
O sindicato sublinha que «vale a pena lutar» e estima que, desta forma, «para as trabalhadoras que estão no grupo Inditex há mais tempo, o salário cresceu, em média, 700 euros anuais».
O CESP informou ainda, no número de Outubro do boletim «O Verdadeiro Verde», que uma trabalhadora do El Corte Inglés, na loja de Vila Nova de Gaia, obteve em tribunal, com o apoio do sindicato, a confirmação de que «o horário flexível é para cumprir de imediato, mesmo quando a empresa envia para a CITE a intenção de recusa». Se já houver um parecer favorável da CITE, a empresa tem de organizar de imediato o horário requerido, que é para vigorar até ser decidido o eventual recurso patronal.

Transportes Nogueira
de novo condenada

No dia 10, quarta-feira, o Tribunal de Trabalho de Famalicão manteve a decisão da ACT, ficando a Transportes Nogueira condenada a pagar uma coima de 49 500 euros, por assédio moral e discriminação de um trabalhador, associado do STRUN (sindicato da Fectrans/CGTP-IN).
A federação, ao divulgar esta vitória, recordou que a empresa já fora antes condenada «por perseguição a trabalhadores que exercem os seus direitos laborais».

 



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