Moedas usa recursos camarários para se promover
A Comissão Nacional de Eleições (CNE) deu razão, no dia 28, à CDU, após queixa sobre a manutenção da publicidade institucional da gestão Carlos Moedas, do PSD, em Lisboa, contra a lei eleitoral. A CNE não só ordenou que a autarquia removesse a propaganda em 24 horas, como remeteu o caso para o Ministério Público e intimou o presidente da Câmara a abster-se de realizar acções publicitárias proibidas pela lei.
«Fica demonstrado que Carlos Moedas, perante a insatisfação e os problemas não resolvidos na cidade, utiliza os meios e recursos públicos, de forma ilegal, para auto-promoção», refere a CDU, em nota de dia 29.
Sem a CDU, não!
Em protesto contra a sua exclusão do debate na SIC entre as candidaturas a Lisboa, no dia 10 (que está previsto envolver apenas as coligações PSD-CDS-IL e PS-L-BE-PAN), a CDU enviou uma carta, no dia 2, à estação, solicitando a sua inclusão. A manter-se esta exclusão, a Coligação PCP-PEV será a única força representada no executivo sem participação. A CDU, que foi a terceira mais votada na capital, menciona, ainda, decisão da CNE favorável aos seus argumentos.




