Plenários na Brisa
«A Brisa tem todas as condições para pagar mais», afirma o CESP/CGTP-IN, num comunicado aos trabalhadores da empresa que explora a maioria das autoestradas nacionais. O sindicato classifica a proposta patronal de 1,5 por cento, para os aumentos salariais anuais, como «um insulto ao nosso trabalho» e «uma falta de respeito», porque «os preços das portagens sobem e a empresa soma lucros», mas «o nosso salário encolhe todos os dias».
São evidenciadas as perdas face ao salário mínimo nacional. Os operadores de posto de portagem (Letra E) recebiam, em 2009, o dobro do valor do SMN; em 2025, a proporção baixou para 1,5. Os oficiais de mecânica (Letra E) recebiam 2,4 vezes o SMN, em 2009, mas em 2025 o seu salário vale apenas 1,8 vezes o mínimo nacional.
O CESP vai convocar plenários na empresa, em todo o País, «para organizar a luta contra esta proposta vergonhosa».




