Documentos da CIA desmentem «fraudes eleitorais» na Venezuela
Documentos recentemente desclassificados por agências de inteligência norte-americanas, nomeadamente a CIA, revelam que as acusações feitas pelo governo dos Estados Unidos da América (EUA) de «fraude eleitoral» na Venezuela eram falsas.
Segundo meios de imprensa como os jornais New York Times e Washington Post, os referidos documentos da CIA evidenciam que não há provas para apoiar a acusação de que uma fraude em larga escala ou manipulação tenha ocorrido em eleições na Venezuela, contrariamente às repetidas afirmações da administração dos EUA.
Ao contrário, os documentos da CIA «definitivamente não confirmam que uma fraude electrónica em larga escala tenha sido executada com êxito» na Venezuela entre 2004 e 2020, sob a presidência de Hugo Chavez, até 2013, e Nicolás Maduro, desde então.
Os EUA utilizam desde há muito a «democracia» e a «fraude eleitoral», ou a «defesa dos direitos humanos», como justificação para agressões visando «castigar» países que lutam pela sua soberania, sem ingerências estrangeiras.
Falsidades como essas têm sido usadas por Washington para justificar os seus ataques, como a agressão à Venezuela, a 3 de Janeiro, que resultou na morte de mais de uma centena de pessoas e no sequestro do presidente Nicolás Maduro e da esposa, Cilia Flores.




