Proletários de todos os países UNI-VOS!
  • n.º 2761 (29/10/2026)
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Aconteceu
  • Morreu Álvaro Salazar
  • Medalhas no mundial de canoagem de maratona
  • «Modernismo e Folclore no Piano de Fernando Lopes-Graça»
  • Roger Waters em Penafiel
  • «Linha do Horizonte»

A grave situação da habitação em Portugal, que nega a muita gente a possibilidade de ter uma casa para viver, resulta de políticas que servem os interesses egoístas dos fundos imobiliários, da banca e da grande propriedade, com as quais é preciso romper. O PCP, que considera justificados a indignação e o protesto, reafirma propostas nesse sentido.

A grave situação da habitação em Portugal, que nega a muita gente a possibilidade de ter uma casa para viver, resulta de políticas que servem os interesses egoístas dos fundos imobiliários, da banca e da grande propriedade, com as quais é preciso romper. O PCP, que considera justificados a indignação e o protesto, reafirma propostas nesse sentido.

PCP leva às ruas do Porto luta por salários, direitos e paz

A ligação profunda entre a luta por melhores salários, pensões e condições de vida e a luta pela paz e a soberania ficou evidente no comício-festa que o PCP promoveu no Porto sob o lema “Salários, direitos, paz”.

PCP leva às ruas do Porto luta por salários, direitos e paz

A ligação profunda entre a luta por melhores salários, pensões e condições de vida e a luta pela paz e a soberania ficou evidente no comício-festa que o PCP promoveu no Porto sob o lema “Salários, direitos, paz”.

Em destaque

12.º Congresso do MDM: «Nem um direito a menos. Todos os direitos para todas!»

PCP

Concerto «A Voz de Ary» em Lisboa, a 6 de Dezembro, nos 90 anos do poeta da Revolução

internacional

Reeleição de Lula da Silva é imensa vitória do povo brasileiro com impacto mundial

Opinião

PCP

“Reforço do Partido, condição necessária para ampliar a luta por um novo rumo para Portugal„

Belmiro Magalhães
Crónica Internacional

“Vitória!„

Ângelo Alves
A talhe de foice

“O projecto„

Gustavo Carneiro
Actual

“As imagens de Paris e Lisboa e o desejo mediático pelo “confronto”„

Vasco Cardoso
Actual

“Uma bazuca atirada pela janela„

Manuel Gouveia
Actual

“Revelador„

André Leonel Silva

Memória

2011 – pacto de agressão da “troika” contra o povo e o País
«Com a Banca a comandar as operações, PS, PSD, CDS e Presidente da República abriram as portas do País à invasão da UE/FMI. Estamos perante uma intervenção externa que, no actual quadro de pressão e de chantagem sobre Portugal, tem como objectivo primeiro satisfazer os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros nacionais e estrangeiros, à custa do agravamento de todos os problemas nacionais (incluindo a própria dívida pública que dizem querer combater);...

2011 – pacto de agressão da “troika” contra o povo e o País

«Com a Banca a comandar as operações, PS, PSD, CDS e Presidente da República abriram as portas do País à invasão da UE/FMI. Estamos perante uma intervenção externa que, no actual quadro de pressão e de chantagem sobre Portugal, tem como objectivo primeiro satisfazer os interesses dos grandes grupos económicos e financeiros nacionais...

Argumentos

Artes e memórias políticas


Em linha com o capitalismo neoliberal por ora dominante, as políticas culturais dos Estados têm seguido a esteira da privatização e da fragmentação entregando ao mercado as exigências dos serviços, o que reforça o seu controlo sobre as esferas sociais e culturais. Um «casino cósmico», na feliz fórmula de George Steiner, em que o mercado promove uma cultura de impacto máximo e obsolescência imediata, cultura enquanto diversão numa sucessão acelerada de modas em que o kitsch prospera e os Estados esforçam-se, no melhor dos casos, em frustres políticas assistencialistas.

A Escrita Poliédrica de José Viale Moutinho (Funchal, 1945; Porto, 2026)


José Viale Moutinho partiu neste Setembro de sobressaltos e algumas alegrias. Deixou de estar, como muitas vezes o vimos, na Festa do Livro, da nossa Festa maior, a autografar os seus livros, com aquele ar de menino traquina, feliz por estar entre «a sua gente» e com os seus livros mais recentes a aguardar leitores. Tinha 81 anos e tantos livros ainda por escrever. Autor compulsivo, Viale percorria todos os géneros, da poesia ao teatro, do romance ao conto, no ensaio sempre com a sua paixão pela obra de Camilo Castelo Branco e, nesse turbilhão, percorrendo com igual empenho o chão grave da Guerra Civil de Espanha; à gastronomia e ao elogio dos seus comparsas petisqueiros, como ele amantes de boa mesa, bons vinhos e de uma boa tertúlia noite fora.

Órgão Central do Partido Comunista Português
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