Não docentes em luta

No dia 11, sexta-feira, os trabalhadores não docentes do Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa, em Lisboa, fizeram greve e concentraram-se, de manhã, frente à EB1 Infante D. Henrique, em protesto contra a falta crónica de assistentes operacionais.
Uma dirigente do Sindicato da Função Pública (STFPSSRA) disse à agência Lusa que a luta provocou o encerramento das três escolas do agrupamento.

Pelo reforço de trabalhadores não docentes e contra a «municipalização», tiveram lugar acções de luta semelhantes (greves e concentrações) nas escolas secundárias da Ramada (dia 3) e de Odivelas (dia 4), igualmente com elevados níveis de adesão, que provocaram o encerramento dos estabelecimentos de ensino.
O sindicato da CGTP-IN, em comunicados, indicou a falta de pessoal, a polivalência e o elevado desgaste dos trabalhadores não docentes como as principais razões das greves, considerando que o problema ficará solucionado com o recurso a trabalhadores à hora.
Para que a nova «Escola Inclusiva» seja uma realidade, o sindicato alerta que é preciso construir casas-de-banho e outras infra-estruturas adaptadas e também deverá existir um reforço de pessoal não docente.

 



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