As revistas literárias foram, durante um vasto período temporal, iniciado no final da guerra civil de Espanha e se prolongará até finais dos anos 1960, permanecendo nos nossos dias títulos como Vértice e Nova Síntese, os principais veículos para o processo crítico e doutrinário, ligado ao neo-realismo, em áreas como a literatura, a música, as artes plásticas, a arquitectura, o cinema, a fotografia, a história, a filosofia, o teatro e o ensaio, com críticos/teóricos como Mário Dionísio, Álvaro Cunhal, Bento de Jesus Caraça, Alexandre Pinheiro Torres, Augusto Costa Dias, Óscar Lopes, Mário Sacramento, António Pedro Pita, Vítor Viçoso e outros.